A trabalhar de tarde, lá teve a Gr. de ir para a escola. Começámos na quarta de manhã um bocadinho, na quinta também e na sexta, dia em que fui dar aulas, ficou a tarde toda.
Não sou mãe galinha e, como ela tinha ficado bem nos dias anteriores porque já conhece a casa de lá irmos buscar a irmã, deixei-a e fui à minha vida mais preocupada com o que ia encontrar no meu 1º dia de trabalho.
No entanto, saber que ficou a chorar "a minha mãe, a minha mãe", que fez greve de fome ao lanche, que quando viu a irmã passar ficou outra vez a chorar "a minha mana, a minha mana" deu cabo de mim. Fiquei com o coração assim a modos que partidinho.
Num registo mais alegre, fica a informação de que está no estádio papagaio. Repete tudo o que lhe pedimos. Hoje, à hora do jantar, contou até vinte. O dezasseis, o dezoito sairam na perfeição.
Ao pequeno almoço, fui pondo coisas na mesa e ela ia enumerando: ieite quentinho, pão, quexo... manqueica...
Continua a comer bem, está sempre pronta a roubar o que estamos nós a comer. Por vezes oferecemos-lhe e rejeita. Pousamos as coisas em cima da mesa e Zás, ela catrapisca.
A Mr. continua numa fase chata. Parece uma adolescente. Começou há pouco tempo com a história do "se não fizeres o que quero não gosto nunca mais de ti". Quando contraponho que gosto muito dela e vou gostar sempre, faz um ar de cachorro arrependido e abraça-se às minha pernas.
Tão depressa deseperamos como estamos a rir à gargalhada com alguma calinada. Como não escrevo logo esqueço-me. Troca sons e diz coisas como dispo, em vez de bispo ou pusi em vez de pus e não consegue evitar deixar de comunicar sempre que solta ventosidades. Mesmo em locais públicos!
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