Ouço-as em gargalhadas cúmplices e espreito. Vejo-as em brincadeiras que sei de certeza vão dar asneira. Resisto à tentação de intervir.
Dois minutos depois, as gargalhadas dão lugar aos choros ou gritos. Espreito novamente e vejo que não há sangue, que ambas se mexem. Deixo-as outra vez. Crescer também deve ser isto, acho eu.
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