Eu cresço (em idade) e cada vez percebo menos da vida e das pessoas.
Quando éramos miúdos, regra geral, brincávamos em regime de separação: rapazes com bola para um lado, raparigas com bonecas, tachinhos, lacinhos, ou até nada, para outro.
Hoje, faz-se um jantar com homens e mulheres e tudo continua na mesma: rapazes com cerveja na mão para um lado, raparigas para outro.
Como é que se estabelece uma relação duradoura entre seres tão diferentes?
Sou só eu que volta e meia (ou mais vezes do que isso) penso cá para com os meus botões: bem me apetecia estar ali com uma cervejinha na mão à conversa com os gajos...?
ResponderEliminarNão, não és. A questão aqui é que são eles que se afastam sempre para o outro canto da casa, para a varanda, para o outro lado da sala. Parecem incapazes de conversar com mulheres, sobre assuntos que sejam comuns, como se não houvesse assuntos comuns. Faz-me azia.
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