Muitas coisas na cabeça, mas não me apetece fazer planos.
O dia 18 (para quem não sabe, dia de prova de acesso à carreira docente, como se quem não está vinculado ao ministério precisasse de uma prova para ter uma carreira docente) paira sobre mim como um machado!
Não consigo pensar em nada de jeito ligado a esta época por causa da porcaria do dia 18.
Ainda não pensámos nas prendas, que são muitas e que precisam de imaginação porque não há muito que gastar, ainda não está bem definido onde vamos passar o dia 24, ainda não conversámos sobre as prendas das miúdas nem sobre as nossas; ainda não fizemos a árvore de natal nem enfeitámos a casa.
Pensar nestas coisas seria deixar entrar o espírito do natal, de que bem precisamos, porque o espírito da época tem a ver com as pessoas de quem gostamos e pensar nas prendas é pensar nas pessoas de quem gostamos. Enfeitar a casa ajuda a enfeitar a alma (embora o meu paterfamilias esconjure este tipo de preparativo).
E eu não consigo fazer nada. Ergui um muro que só conseguirei derrubar no dia 18, como se a merda da prova fizesse alguma difererença prática na minha carreira.
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