Foi o primeiro dia de mãe que me fez olhar para o céu e gritar "sim, sim, oh sim!".
Apesar da insónia, fui acordada por umas mãozinhas fofinhas a fazerem-me festas e por um espeto de madeira onde estava uma flor de feltro.
De seguida, apareceu o pequeno-almoço: leitinho com café, pão fresco com manteiga, sumo de laranja e um "castelo de mata", para o qual a Gr. se babou até eu a deixar comer umas boas dentadas.
Eram 8.30 da manhã.
Fui sozinha, num momento zen, tomar o café e comprar fruta aos comerciantes locais, fizemos o almoço em alegre partilha das tarefas (my dream came true).
Depois, foi sempre a melhorar.
O píncaro deu-se na saída que fizemos à tarde, em família! Imaginem só, fomos apanhar pinhas!
Que mãe não deseja passar a tarde do seu dia a apanhar pinhas com a família?
Olha... Ainda não passou o dia, pois não?
ResponderEliminarNão, Trocatintas... hj o dia da mãe continua no infantário da mais nova. Porquê esse ar corado?
ResponderEliminarO dia dos teus anos... Não sei se já passou ou não! A minha vida é só "ralações", pá!
ResponderEliminarPara minha única leitora.... estás-me a deixar ficar mal, pá. Esse dia ainda não passou. Mal posso esperar pelas surpresas que a rica família me irá reservar.
ResponderEliminarContinuo fiel leitora, leio tudo! Se não leio no dia em que escreves, leio nos dias seguintes. Eu só tive receio que fosses daquele género de "não vou dizer nada para ver se se lembram"...
ResponderEliminarFiz batota e fui ver o mês de maio do ano anterior! Já sei quando é!
ResponderEliminarAgora sim, Trocatintas! Era isso mesmo que eu esperava de ti! Podes ser a única, mas és especial!
ResponderEliminarQue maravilha! :-)
ResponderEliminarSim, Margarida! Foi um belo dia. :)
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