Ao jantar tentamos recuperar o que não fizemos das atividades do calendário (afinal, parece que a nossa vida gira à volta dele...).
O que tens de mais importante na vida?
Que coisa gostas mais em ti?
São as perguntas que lançamos, uma da cada vez claro, e ficamos à espera, na expetativa de ouvirmos na voz límpida e inocente de uma criança afirmações iluminantes. Como a nossa vida não é um filme de holiuod nem um livro de Paulo Coelho, ouvimos coisas como "heim, o quê? não percebi!".
Ou "aquilo que mais gosto em mim é a minha barba"**, dito com ar de gozo, de quem sabe que vai dizer um grande disparate.
Afinal, elas até sabem umas coisas...
** Gr
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