Volto à casa fria e ao silêncio.
Volto ao estendal na cozinha, cheio de roupa que não seca.
Volto às manhãs de pasmaceira e tardes de corrida entre tpcs, banhos, jantares, "não quero ir para a cama".
Volto.
Entre os ires e os vires, nada muda e tudo fica diferente.
Elas crescem e nós encolhemos. Encolhemos nas palavras que dizemos um ao outro e nos gestos, encolhemos em tantas coisas.
Entre o que muda e o que fica igual, apesar de tudo e por tudo, amo-te, meu marido.
Tempo para a G. e o M. estarem a sós!
ResponderEliminarNamorar é indispensável!
Bjinhos
Pois é... às vezes, perdemo-nos na voragem dos dias (olha eu a escrever à laia de pedro chagas freitas). :D
ResponderEliminarNão tenho nada contra lugares comuns!
ResponderEliminarGosto é de os viver e sentir...