Contabilidade das andas e bolandas desta interrupção letiva (e acordo a crítica gastronómica que há em mim).
sábado não conta para esta contabilidade, porque adormecemos cedo e soube bem.
Domingo à tarde: tasca do moleiro, tasca à moda antiga, onde os petiscos deviam fazer jus à antiguidade do sítio, mas vai-se a ver e já nem as tascas a sério têm comida a sério. As moelas não tinham sapique nem sabor de jeito, o presunto não era de porco caseiro, mas industrial, as únicas coisas mastigáveis que se safavam eram a broa e os rojões.
Quanto ao vinho, quando me trazem uma garrafa aberta eu duvido do que está lá dentro e não bebo.
Segunda: casa da Eduarda. A lasanha deslaçada (ainda me vais explicar o prodígio...) estava boa, o tempero da bolonhesa era muito agradável, com um toque acentuado de noz moscada que lhe caía muito bem. Os vinhos, um do Alentejo e os outros dois do Douro, eram muito bons, embora houvesse queixas do Esteva (azedo, disse alguém). A companhia também foi da melhor: Pedro estava a bombar e o Tonito era muito simpático, da Eduarda não é preciso dizer nada, a mesma querida maluca de sempre.
Terça, a chegar um festim de carnes ao almoço (é típico desta zona o cozido à portuguesa nesta época do ano), uma tarde com amigas no centro do Porto e uma noite numa tasca chique na aldeia de Quintandona.
Depois relato.
"Tasca chic" em Quintandona?
ResponderEliminarSe te arrependeres - ai bais, bais arrepender-te - dá meia bolta e bai ao Sapo de Iribo (Irivo), que, sendo tasca, não quer chiquezas e onde se come como um abade, e olha que fala quem sabe...
"Depois relato". qu'é do relato?
ResponderEliminarEntao.... Acabamos por nao ir....
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