Os canadairs passam pela casa mil vezes ao dia. O fumo tapa o azul do céu e ao entardecer o sol parece uma bola de fogo a afundar-se na montanha. Assim, nunca mais pára de arder.
Aqui os homens mais velhos ainda usam suiças e já está tudo cheio de avecs que chegaram mais as suas tatuagens, o orgulho de ser português e o paradoxo de não saberem falar a língua.
Já estamos em Belmonte.
Gostei do retrato. Pena os fogos.
ResponderEliminarO calor e gente maluca a fazer das suas.
ResponderEliminarVou pedir a quem se deve pedir que fique à porta do castelo um azulejo assim: "seja bem vindo quem vier por bem"...
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