O pai andou de avião. O pai não precisou de tomar xanax, nem sequer de emborcar de golada a pequena garrafinha de vidro, de vinho do porto, que levou e espantosamente deixaram entrar no avião (já a minha embalagem de plástico de gel de duche e shampoo não teve direito).
O pai andou de avião e não surtou e até foi capaz de apertar bem fortemente a mão da mãe, à beira de um ataque de nervos (a mãe fica sempre à beira de um ataque de nervos nas decolagens e nas aterragens. Nem vos conto como foi a aterragem na Madeira).
Correu tudo bem, portanto!!
ResponderEliminarCorreu. Vou ver se consigo escrever mais, para depois recordar, hoje, às prestações. :)
ResponderEliminarPortou-se bem! ;)
ResponderEliminarLá por casa sou eu que quase hiperventilo, mas só na descolagem vá... para o pai andar de avião já é banal, com direito a partilha de vídeos de (tentativas) de aterragem em algumas ilhas dos Açores e tudo :)
ResponderEliminarPortou. Foi um valente.
ResponderEliminarQuando aterrámos lá, diz ele: conseguiu à primeira. Nem lhe perguntei, embora tenha ficado espantada. No dia seguinte quis saber o que é que o gajo quis dizer com aquilo. "às vezes, os pilotos não conseguem aterrar à primeira" diz ele. Engoli em seco e fiquei muito contente por não termos feito parte desse grupo que não consegue à primeira.
ResponderEliminarDizem que aterrar na madeira é assustador.
ResponderEliminarAinda tenho esperança de ver. Se bem que o melhor é tomar não um mas dois xanax