no sofá, agora. Que nem uma nem outra me chame. Que a pata, gata que é minha e vive com os meus pais, mas está connosco, não me peça para lhe ir abrir a torneira do bidé para beber água, que nada me arranque daqui exceto o desejo imenso de me ir deitar na cama. Para já, preciso de sofá. >
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Sentei-me. Abri o computador. Fui aos favoritos. Este blog. Bonito. Bem bonito. E tanto para ler. Bonito. Bem bonito. .
ResponderEliminarEssa cousa "a pata, gata que é minha e vive com os meus pais, mas está connosco"...Quem percebe? Lis, percebeu? (OláLis!).
ResponderEliminarUma dica: compra, de Paloma Díaz-Mas, "O Que Aprendemos com os Gatos". É da Quetzal.
Se, mesmo assim, continuar a ir ao bidé...deixa: sempre é melhor que mergulhar na sentina...
Creio que percebi. A gata chama-se pata. É isso? (OláZef!)
ResponderEliminarSim, pata, a gata.
ResponderEliminarBebe muita água, esta pata.
ResponderEliminarBonito, bonito é ler que achas o que escrevo bonito.
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