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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Somos as palavras que usamos

e eu não quero que as minhas filhas sejam pessoas de "tipo" e "ieps" e "ias" e "oh men". Quero filhas articuladas, cujos mundos sejam da dimensão inteira que o mundo tem.

4 comentários:

  1. Tarefa difícil neste mundo de hoje em que são todos facilmente contagiados... Mas não impossível.. eu tenho dois adolescentes e por enquanto continuam à margem dessa nova linguagem

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  2. E acho que fazes muito bem!
    Também acredito que somos as palavras que usamos, e o crédito que nos dão muito tempo que ver com a forma que usamos as palavras a nosso favor ou contra. Por isso, tipo oh girl, força nisso!

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  3. Espero que consigas. De toda a maneira, isso passa depois da adolescência.
    Nos anos 70, havia a moda do "pá" e, quando vejo os vídeos desses anos, acho-lhe graça. Marcou uma época. Às tantas, estas são as palavras que marcarão a destes miúdos. E não vejo problema nisso. O importante é saber que há outras palavras para além dessas, poder escolher segundo os contextos, não?

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  4. Exato, encaixar as palavras nos contextos. Que usem o calão que lhes apetecer em contexto de calão e que sejam capazes de o guardar na gaveta se o contexto não for o indicado.

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49, pá!

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