e eu não quero que as minhas filhas sejam pessoas de "tipo" e "ieps" e "ias" e "oh men". Quero filhas articuladas, cujos mundos sejam da dimensão inteira que o mundo tem.
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fazer a revolução (outra vez)
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Estou aqui ou não?
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Estamos em casa. À minha volta vejo sacos e malas. Ouço as miúdas na casa de banho, dentro da banheira, a livrarem-se de sal e areia acumula...
Tarefa difícil neste mundo de hoje em que são todos facilmente contagiados... Mas não impossível.. eu tenho dois adolescentes e por enquanto continuam à margem dessa nova linguagem
ResponderEliminarE acho que fazes muito bem!
ResponderEliminarTambém acredito que somos as palavras que usamos, e o crédito que nos dão muito tempo que ver com a forma que usamos as palavras a nosso favor ou contra. Por isso, tipo oh girl, força nisso!
Espero que consigas. De toda a maneira, isso passa depois da adolescência.
ResponderEliminarNos anos 70, havia a moda do "pá" e, quando vejo os vídeos desses anos, acho-lhe graça. Marcou uma época. Às tantas, estas são as palavras que marcarão a destes miúdos. E não vejo problema nisso. O importante é saber que há outras palavras para além dessas, poder escolher segundo os contextos, não?
Exato, encaixar as palavras nos contextos. Que usem o calão que lhes apetecer em contexto de calão e que sejam capazes de o guardar na gaveta se o contexto não for o indicado.
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