e eu não quero que as minhas filhas sejam pessoas de "tipo" e "ieps" e "ias" e "oh men". Quero filhas articuladas, cujos mundos sejam da dimensão inteira que o mundo tem.
Seguidores
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
vou-te contar
Senta-te aqui, que vou-te contar Vou-te contar que desde meados de setembro somos três à mesa e, às vezes, por força do hábito, ainda ponho...
-
O marido da cocó é um atentado a todos os casamentos e devia ser evaporado da face da terra. O homem eleva demais a fasquia e isso é mau, ta...
-
1/4 hoje 1/4 depois e depois assim entra o antidepressivo no meu sangue o comprimido é tão pequeno que o ato de o reduzir a quartos é no mí...
-
Este ano calhou-me nas sortes fazer anos num sábado. Havia a possibilidade de ir lá acima, mas a mr. ia estar a trabalhar, os meus pais estã...
Tarefa difícil neste mundo de hoje em que são todos facilmente contagiados... Mas não impossível.. eu tenho dois adolescentes e por enquanto continuam à margem dessa nova linguagem
ResponderEliminarE acho que fazes muito bem!
ResponderEliminarTambém acredito que somos as palavras que usamos, e o crédito que nos dão muito tempo que ver com a forma que usamos as palavras a nosso favor ou contra. Por isso, tipo oh girl, força nisso!
Espero que consigas. De toda a maneira, isso passa depois da adolescência.
ResponderEliminarNos anos 70, havia a moda do "pá" e, quando vejo os vídeos desses anos, acho-lhe graça. Marcou uma época. Às tantas, estas são as palavras que marcarão a destes miúdos. E não vejo problema nisso. O importante é saber que há outras palavras para além dessas, poder escolher segundo os contextos, não?
Exato, encaixar as palavras nos contextos. Que usem o calão que lhes apetecer em contexto de calão e que sejam capazes de o guardar na gaveta se o contexto não for o indicado.
ResponderEliminar