e eu não quero que as minhas filhas sejam pessoas de "tipo" e "ieps" e "ias" e "oh men". Quero filhas articuladas, cujos mundos sejam da dimensão inteira que o mundo tem.
Seguidores
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
joana
apetece-me escrever sobre a joana a gata que escolheu a nossa casa a gata senhora do seu nariz que sabia que aqui a porta estava sempre abe...
-
O marido da cocó é um atentado a todos os casamentos e devia ser evaporado da face da terra. O homem eleva demais a fasquia e isso é mau, ta...
-
que consigo perceber, sempre, que o gajo está ao telefone com uma mulher?
-
Eram duas e pouco da tarde, toda a gente em aulas, inclusivamente eu. O meu telemóvel começa a acusar mensagens de whatsapp, mais do que o n...
Tarefa difícil neste mundo de hoje em que são todos facilmente contagiados... Mas não impossível.. eu tenho dois adolescentes e por enquanto continuam à margem dessa nova linguagem
ResponderEliminarE acho que fazes muito bem!
ResponderEliminarTambém acredito que somos as palavras que usamos, e o crédito que nos dão muito tempo que ver com a forma que usamos as palavras a nosso favor ou contra. Por isso, tipo oh girl, força nisso!
Espero que consigas. De toda a maneira, isso passa depois da adolescência.
ResponderEliminarNos anos 70, havia a moda do "pá" e, quando vejo os vídeos desses anos, acho-lhe graça. Marcou uma época. Às tantas, estas são as palavras que marcarão a destes miúdos. E não vejo problema nisso. O importante é saber que há outras palavras para além dessas, poder escolher segundo os contextos, não?
Exato, encaixar as palavras nos contextos. Que usem o calão que lhes apetecer em contexto de calão e que sejam capazes de o guardar na gaveta se o contexto não for o indicado.
ResponderEliminar