Estou viva. Não dependo da catagem ou respigagem para sobreviver (discutível, em parte, mas isto pretende ser um exercício de otimismo, portanto não vamos discutir).
O trabalho não é muito, talvez frustrante, mas não me posso queixar de ser em quantidade.
O sol brilha bem forte, como eu gosto, lá em cima, num céu azul sem nuvens.
Mas tem dias em que precisava "catar a felicidade".
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