Num universo alternativo, sempre que fosse necessário, removíamos as mamas e íamos à nossa vida. Voltávamos a pô-las quando quiséssemos.
(estou aqui a pensar que isto pode ser muito mal interpretado, principalmente por quem passa ou passou por situações oncológicas, mas só aqui vêm duas ou três pessoas por dia e doem-me tanto as ditas que gostava mesmo de as tirar um bocado)
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