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domingo, 12 de janeiro de 2014

sábados à noite

Ontem, ao jantar, pusemos a conversa em dia, aviámos um tinto oferecido pelo irmão no natal passado (2012) e comemos um mega folhado de queijo de cabra.


Só posso desejar mais noites de sábado assim: calmas e saborosas.


 


 


gabipedro

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

fenómeno da hipercorreção

Deliro com gente que sofre deste fenómeno, acho muita piada, tenho de virar a cara para o lado para que não me vejam rir a bandeiras despregadas.


Aqui há uns tempos, era uma funcionária de uma loja de roupa, no Porto, "Oh Vruna, vê se encontras um tamanho mais vaixo."


 


Agora que a Gr. anda a treinar os "éles", ouvimos coisas como "bólha", "balhão", "mochilha" em vez de bola, balão e mochila, que antes eram "bóua", "bauão" e "mochiua".


 


Uma das frases que agora adora pronunciar é "a lhua é lhinda como uma violheta!"


 


 


Nota: post escrito a quatro mãos.

constatação a atirar para o tardia

mas que faz toda a diferença para o descanso da minha alma, no meio de milhões de textos que expressam desejos e aspirações para o novo ano: não exprimo desejos, tenho dificuldades em fazê-lo, de facto, porque nos tempos que correm, e no meio da desta corrida que pretende ser vida, só me importa saúde, trabalho, família e amigos.


O resto virá com a corrente.


 


(nesta semana que chega ao fim, eu e o M. só tivemos tempo para dirigir um ao outro "bom dia" e indicações do que era preciso fazer para pôr o dia a andar... anseio por uma hora de conversa e mimo conjugal)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

posso berrar muito

Mas, pelo menos, sou uma berrona digna de mimos quando é preciso.


 


 


Uma foto do dia de natal, em casa dos tios do M.



 


 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

a professora louca que há em mim ou uma boa ideia para ensinar as partes do corpo

Por vezes tenho ideias malucas, que nascem do acaso de encontrar uma imagem ou uma música. Neste caso, quando a professora de inglês que há em mim se encontra com a professora de fitness e criadora de coreografias sai a ideia de pôr os putos a fazer uma dança ao som desta música, para aprenderem as partes do corpo.


 


Pode dar uma grande porcaria? Pode, mas na senda do post anterior, vou experimentar!



acerca dos balanços

Não gosto. Põem-me em contacto direto com o que queria ter feito, ainda que não o tenha verbalizado, com as expetativas que criei e sairam defraudadas, com os meus falhanços.


A culpa só a posso atribuir à minha inércia e pessimismo.


A cena de pensar que vou falhar, que vai tudo sair uma merda corta-me as pernas.


E quando me ponho a pensar no que deixo de fazer com medo do falhanço, do espalhanço no chão, sou eu que tenho vontade de me atirar para o chão e pisar-me a mim própria como se pisam os insetos nojentos.


 


O M. que me conhece melhor do que ninguém já sabe como funciono: nas situações em que gostava de me sair bem, mas sei que posso à partida fazer tudo mal, boicoto-me, aparvalho!


 


Estão a ver as fotografias de pose? Nelas, como sei que o mais certo é ficar mal, faço a pior careta possível! E fico mal, de certeza, mas fiz de propósito, não há cá expetativas defraudadas.


 


E sou assim, na minha vida, no dia a dia.


E é uma merda!


 

elas

Elas brincam muito bem juntas, quando não lutam pelo mesmo brinquedo.


São cúmplices nas brincadeiras e podia passar uma tarde inteira só a assistir ao que inventam: são cantoras, uma dá espetáculo e a outra assiste, aplaude e depois trocam de papeis. São professoras, são princesas raptadas e mortas por dragões, são órfãs de mãe e pai, são ginastas e põem a casa num caos.


 


O calçado fica perdido, meias também. Os brinquedos espalhados.


Eu fico sem saber se corto as brincadeiras para mandar arrumar ou se deixo fazer tudo, para arrumar na manhã seguinte, enquanto me queixo da confusão que reina por todas as divisões.


 


 


 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

balanços, balanços

Em reflexão: balanços que tenham algum resultado final visível (o que foi bom, o que foi mau, o que quero manter, o que quero mudar), sem fazer disso muito alarido.


Em reflexão: que outros usos posso dar a este blog, para além de caixote do meu lixo mental.


Em reflexão: que atitudes pequeninas me podem ajudar a ter mais paciência com as minhas filhas e assim cumprir os desafios do desafio "berra-me baixo".


Em reflexão: assumir que o que faço profissionalmente pode ser divertido, se mantiver uma postura que o permita e começar a trabalhar em casa para que tal aconteça.


 


Tenho muitos touros para continuar a enfrentar e o mais cornudo sou eu, com a minha inconstância e o meu pessimismo.


 


Gosto das férias de natal e de encontros com pessoas que gostam da vida e do que fazem com a sua vida. Chamemos-lhes fontes de inspiração.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

um quarto

 1/4 hoje 1/4 depois e depois assim entra o antidepressivo no meu sangue o comprimido é tão pequeno que o ato de o reduzir a quartos é no mí...