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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

sem fazer comparações

Por estas bandas, vamos a casa de alguém e, por acaso, comentamos que não podemos demorar. Ainda temos de passar num supermercado para comprar cebolas.


Lanchamos bem, conhecemos a casa (a cheirar a novo), o terreno, vemos as cabritas. 


Depois, vimos embora com uma réstia gigante de cebolas, duas espécies de abóbora e um ramalhete de salsa.


Lá no sítio onde a gente mora seria: não vamos a casa de ninguém (um dia falarei sobre as gentes do oeste, esses poços de mistério). 

2 comentários:

  1. são o norte, distrito do Porto. A ideia de hospitalidade e generosidade é bastante diferente. Agora percebo porque se diz que aqui as pessoas são mais "dadas".

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crescer e abrir caminho

 ela tem um plano na cabeça, que não é fazível elaborar um plano alternativo parece-lhe desistir do primeiro e eu não sei gerir isto.