quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

notas sobre o trabalho

Comecei a manhã em frente ao portão da escola sede do agrupamento.


Como prof. de inglês no 1º ciclo, a minha ausência não faz mossa exceto na minha carteira, porque as aulas são dadas em coadjuvação. Se só eu fizer greve, a colega assegura essa hora. Por esta razão, ainda não tinha aderido aos movimentos de greve aos primeiros tempos do dia. 


Hoje abri uma exceção. Avisei a colega com quem ia dar aulas, para ver se ela se decidia a aparecer também e lá fui eu juntar-me ao cordão humano, que em frente à escola pedia "respeito", entre outras coisas.


Confesso que senti um quentinho no peito. 


Depois, lá fui eu à minha vida, para a escolinha na periferia. 


Entretanto, há-de vir um conveniente "parecer jurídico" a declarar este tipo de greve ilegal e quero ver que formas de protesto poderão ser usadas. Espero que as pessoas se mantenham firmes e unidas, independentemente de sindicatos e agendas políticas de bastidores.


Uma coisa é certa: resiliência não falta aos professores. 


Ah! apareci na "tubizão"! 

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