Preciso de ventilar estas cenas, preciso!
A miúda mais velha é a única da turma que não tem smartphone. Já aqui falei sobre isso. Eles não têm maturidade suficiente (nem nós) para gerirem todas as potencialidades que aquilo tem, não sabem gerir o tempo que passam agarrados àquilo (nem nós), enfim....
O que se passa este ano letivo? Passam os intervalos num jogo qualquer que os mantém online, num espaço virtual. Conversa real, interação real, empatia real zero!
Outra coisa gira que se passa este ano letivo? não passam apontamentos! tiram fotografias com os seus smartphones! passar apontamentos é cena do passado.
A miúda mais velha é excluída da "convivência" e por causa dela os outros têm de esperar enquanto ela passa os apontamentos do quadro.
Mas que bela merda, não?
O que está ela a fazer na escola? Mandem-lhe os apontamentos por email! E em casa ela até pode jogar a porcaria do jogo, através do PC!
É para isto que a mantenho num ambiente onde pode apanhar Covid?
Que bela merda de pais (progenitores) estes! que bela merda de professores estes! que bela merda de sociedade esta! Que bela merda!
[:O]
ResponderEliminarO mundo está (ainda mais) perdido! Compreendo a tua frustração, incompreensão e indignação. Indigna-te e ventila nos intervalos! Parece-me que estás mesmo a precisar de ir ver o Canelas!
Nas aulas de Inglês da Leonor a professora pediu mesmo o telemóvel para trabalharem
ResponderEliminarIsto ainda vai azedar mais. Quero aplaudir!!!!
ResponderEliminarEu tenho o mesmo problema com o meu filho que anda no 6º ano. Acho que não tem idade para telemóvel, mas no recreio ninguém quer brincar (nos poucos minutos que têm) pois todos os outros ficam amarrados ao telemóvel...
ResponderEliminarOnde é que isto mudou que eu nem dei conta???
Se eu soubesse se consigo ir ver o Canela.... ai, ai....
ResponderEliminarSe eu for, vais comigo?
Entretanto, vou ventilando noutros sítios. :P
Na minha opinião, não é correto assumir que todos os alunos têm telemóvel.
ResponderEliminarAplaude!!!
ResponderEliminarAcho que tem sido uma mudança mais ou menos gradual. Anda uma mão cheia de gente a remar contra a maré, que acabará por ser engolida pelas ondas.
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